Nocturna sombra e sibilante vento,
Traz a manhã serena claridade,
Esperança de porto e salvamento…
(Os Lusíadas, 1.Canto IV)
A mesa, presidida pelo Director da Prova, Paulo Costa, estava composta por representantes de várias entidades ligadas ao Douro e ao Desporto : Confraria dos Enólogos do Vinho do Porto, Região de Turismo do Douro; Museu do Douro; EDP; Comissão Intermunicipal do Douro Vinhateiro; Liga Portuguesa Contra o Cancro; Rosa Mota e o Prof. João Campos.
O acto teve início com a apresentação de um excelente vídeo com paisagens soberbas daquelas margens altas, rendilhadas de socalcos feitos no xisto, que constituem um património inigualável e uma das mais antigas regiões demarcadas. E uma legítima vaidade indisfarçável, transparecia dos olhares daqueles que se têm esforçado por promover a região e que consideram esta Meia Maratona um importantíssimo veículo que conduza a tal objectivo.
Todos falaram e todos faziam as suas intervenções convergir no grande potencial que esta Prova possui.
Gostei do que vi, não propriamente pela solenidade do acto ou pela eloquência dos oradores - que eram muito bons - , mas sobretudo porque, depois dos incidentes ocorridos na última edição, com a tristemente célebre falta de água, a Organização conseguiu superar-se e submeter-se, de novo, ao desafio, não se deixando abater pelo desânimo em que poderia ter caído. Espera-se, pois, que a 6ª Meia Maratona do Douro Vinhateiro, a realizar no dia 22 de Maio, para bem da Corrida Popular em Portugal, seja uma excelente Prova. “Bela” será, de certeza.
Dizia o escritor: “Vinde.Vinde ver este Douro maravilhoso”.
“…E correi ou caminhai, nas suas margens e deleitai os vossos olhos!” (acrescento eu…).
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