Há quem não goste de se meter em confusões para fazer a sua corridita e que ache que esta Meia Maratona é só “show off”, que é “folclore” (pus aspas, porque entendo o folclore como riqueza cultural e não como algo que possa ter sentido pejorativo) ,etc,etc.
Mas a verdade é que a gigantesca máquina necessária ao controlo de toda a logística envolvida na Organização, é qualquer coisa de admirável. Gerir uma multidão destas é obra, e, na minha modesta opinião, isso foi conseguido sem problemas. Parabéns a toda a equipa e colaboradores por, mais uma vez, nos terem apresentado um evento destes.
A única coisa que continuo a achar que poderia ser alterado é o local da partida, poupando muito daquele esforço da contratação (em exclusividade) das centenas de autocarros que transportam para o tabuleiro da Ponte, milhares e milhares de pessoas. Ora, se a partida fosse no Samouco, havia o encanto de se fazer a travessia completa, pois havia tempo para a “descompactação do pelotão” que permitiria apreciar a paisagem (o que não acontece agora, porque temos de ver onde pomos os pés e, quando começa a haver algum espaço, já saímos da ponte) e não seria necessário esperar-se tanto tempo pela partida sem nos podermos mexer.
Dir-se-á que a ponte tinha de ficar cortada ao trânsito muito tempo! Será ? Cá por mim, acho que é mais para que a Mini também tenha a possibilidade de lá passar e, como se calcula, o numeroso grupo de participantes nesta prova, constitui o grosso da verba das inscrições. Pois que começasse a Mini onde começa, mas a Meia que venha do Samouco! - Ordeno eu com toda a “autoridade que me foi conferida”,eheheh.
Isto são divagações minhas que, concerteza a Organização já terá equacionado.
Mas não custa voltar ao assunto.
Quanto à minha prova… muito sinceramente não gostei. O desempenho foi fracote e talvez um dos piores tempos que fiz à Meia Maratona : 1,51,05 (tempo real). Senti-me fraco, quase como se estivesse a correr a segunda metade de uma maratona. Estava a apontar para cerca de 1,45 e era com objectivo de não forçar muito. Afinal, saiu-me isto. Acabei bem, mas… como dizia a canção lembrada há dias pelo Jorge Branco :-“O que eu passei p’ràli chegar…”. E não me posso desculpar com rampas.
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