23ª Meia Maratona de Lisboa EDP

Antes da partida com o Nuno e a Cristina, um dos casais mais simpáticos dos Run4Fun
Para vos poupar um bocadinho do meu assunto do dia (do mês) -para não dizer "sornice", que é o 1º Trilho das Lampas, falo-vos da 23ª Meia Maratona de Lisboa que hoje se realizou e em que, mais uma vez marquei  presença.  Poucas foram as vezes que faltei, mas irei tentar reunir os testemunhos que me permitam, no futuro, falar com segurança.

A majestade desta prova é inquestionável. E não é só explicada pelo “chamariz” que a ponte representa, nem pelo facto de se registar uma muito maior consciência da necessidade de fazer exercício físico,mas porque é uma Prova que consegue dar a resposta adequada à multidão. Dizem que eram à volta de 40.000, dos quais, mais de 8.000 terminaram a Meia Maratona. É difícil manter tanta gente orientada pela mesma “batuta”. É preciso muita competência, planificação, muitos meios humanos, técnicos, financeiros. Apesar disso, há sempre alguém que acha que não foi dada a devida atenção a este ou àquele pormenor, o que não retira brilho à grandeza da Prova.
Embora habituado à pacatez da aldeia, gosto de estar envolvido no bulício : ir cedinho, juntar-me à rapaziada da minha equipa - a ACB, apanhar o autocarro para a outra banda e…”secar” 1,30h pelo tiro da partida.  Valeu que sempre se encontra  um amigo ou outro , mas que também rapidamente nos perdemos deles. Uma partida muito bem controlada, em que a multidão,  na última meia hora, ia avançando uns metros em cada 5 minutos, até que fosse dada ordem para avançar tabuleiro fora. Demorei pouco mais de 30 segundos a passar a linha da partida.
Tinha em mente o que o meu amigo e colega de equipa Carlos Fonseca tinha dito pouco tempo antes: que iria começar e prova com calma e, la mais para a frente, então, se pudesse, apressava o passo.  Porque não fazer o mesmo? Lá marquei um andamento que me pareceu aceitável e “sustentável”. Passei aos 5 com 23,15 e mesmo assim tinha a sensação de ter que abrandar. Na renovada Av. Ribeira das Naus, passa o balão da 1,45, que era levado pelo meu amigo Carlos Lopes, que me convidou a segui-lo, mas vi que não era aconselhável. Fui-me desmoralizando sem saber porquê e o resultado foi uma passagem aos 10, na casa dos 48 minutos.  Vejo-me a ser ultrapassado por muitos corredores que, habitualmente ficam atrás de mim. “Jogando” psicologicamente, vou tentando criar algum ânimo, para justificar a lentidão com que seguia : “O importante é correr conforme posso, para que possa correr mais”, “ Se não tirar prazer da Corrida, não vale a pena andar aqui”… coisas assim. 15Km: 1,16,30 !  Há alguns kms que vinha sentindo algum desconforto na bexiga. Nada de grande força, mas mesmo assim, desconfortável. Comecei a relacionar isso com a quebra de rendimento e, aos 16, encontro um local a jeito e vou “aliviar”.  Em boa hora o fiz. Ao retomar a corrida, marco um ritmo novo, mas fácil. Vejo que aquela ida ao Dafundo estava a ser um sucesso: tanta gente que fui passando e sentia-me confiante que, após o retorno , conseguiria manter. E consegui.  O cronómetro da meta marcava 1,46,32, quando cheguei.  “Responsabilizo” a falta de arbustos ao longo do percurso, por um “segundo fôlego” tão tardio. Ainda assim, fiquei feliz com a prestação.
Todas as classificações em
http://www.meiamaratonadelisboa.com/classificacoes/classificacoes-2013/

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