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| A majestosa equipa da ACB |
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| Com o Paulo Santos( foto de Luis Parro) |
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| Apanhado pelo José Sousa (não sei se estava com falta de ar ou com ar a mais, eheh) |
Parti cá de trás. Já os da frente tinham dado a volta e saído do estádio e eu ainda não tinha passado o pórtico da partida. Mas lá fui, calmamente, sem pressas, tendo ido na conversa com os meus amigos e colegas da ACB Nelson Mota e Francisco Pereira. Antes, porém fui apanhado pelo “centunero” Luis Parro, que me captou na 1ª foto acima.
Descemos até à Praça do Comércio (8Km) e, só a partir daí, começou a corrida. Curiosamente sentia-me com força, pois não senti que tivesse feito desgaste com o perigoso entusiasmo da descida, pelo que a Almirante Reis se fez em crescendo.
Foi uma prova feita de trás para a frente como deve ser sempre feito, mas que quase sempre me esqueço. E termino juntamente com dois amigos que por norma ficam sempre muito à minha frente, Paulo Torrão e Orlando Duarte. E esta, hein?
No final sou creditado com o tempo de 1,12,03, mas se tirar 1 minuto a este tempo, é sem favor nenhum, pelo tempo que demorei a iniciar a corrida mas, não havendo tempo de chip nem eu tendo levado relógio é aquele tempo que conta e eu só tenho que estar satisfeito.
Depois, à tarde, fui fazer a marcação do Trilho. Para ser franco, só fiz metade das marcações, mas fiz o percurso todo. E estou aqui que nem posso, pois foram mais de 4 horas a andar. Tenho 2 dias para fazer o resto, da Praia da Samarra para a Meta, ou seja, a parte que precisa de reflectores. Eu até os levava comigo, mas se os pusesse todos, a esta hora ainda lá andava.




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