Meia Maratona dos Descobrimentos


Foto do incansável Carlos Lopes, que registou este e centenas de outros momentos, ao longo do percurso.
Obrigado, Carlos

Meia Maratona dos Descobrimentos. Gostei do nome, tanto que tem partida e chegada junto à jóia manuelina que é o Mosteiro dos Jerónimos,  de onde saíram as naus que nos foram espalhando pelo Mundo. Gostei da data que, se não tivesse sido preterida pelos novos “donos” , seria a da 28ª Maratona de Lisboa, já interiorizada no calendário dos maratonistas. Gostei do percurso, com uma volta pelo Restelo e Algés e ida e volta a Santa Apolónia. Gostei da Prova que fiz.
Parti  cá de trás, optando por fazer uma prova despreocupada, como, aliás, vem sendo o meu procedimento habitual, principalmente quando sei que os meus treinos têm ficado muito aquém do que deviam. É que, com frio, a frequência e qualidade dos meus treinos andam muito por baixo. A propósito, hoje estava uma manhã gelada e ainda mais gelada na zona ribeirinha, onde uma enorme nuvem se estendia pelas margens do rio, tornando a atmosfera ainda mais fria.
Fui desenvolvendo o meu ritmo a partir dos 5 Km, calmamente, de trás para a frente. Na ida, o frio gélido, dava-nos de frente, ainda que não houvesse praticamente vento. No retorno, é que se notou, pois deixámos de sentir aquele desconforto. Mas a verdade é que as mãos nunca aqueceram.  Cheguei  à meta. O cronómetro marcava 1,41,37, a que corresponde um tempo de chip de 1, 40,25 (704º).

Na última Meia que tinha feito, precisamente a da Nazaré, demorei mais 2 minutos! Nada mau.

A organização, esteve a cargo da Xistarca e, pelo que pude observar, esteve em muito bom nível.


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