A Maratona de Sevilha marca a minha primeira “internacionalização” e o deslumbramento perante uma realidade tão diferente da que por cá conhecia! Pouquíssimos (escassas centenas, eram os que se aventuravam na distância) no nosso País. Ali eram mais de 3000 (e sem meias ou minis à mistura)! Ainda o Estádio Olímpico não existia (ou se existia, não era utilizado para estas coisas), sendo a partida dada na Calle Menéndez Pelaio e a chegada na Plaza Maria Luiza. Estávamos em Fevereiro de 1995, quando eu e mais 3 amigos, nos aventurámos, de carro, até lá.
O ambiente era de festa e aquela Pasta Party na Av. Kansas City, ao ar livre, num estádio universitário (que hoje corresponde à passagem do 13º Km da prova), com música e sevilhanas com as suas danças, ficaram-me bem gravados na memória.
Nesse ano, fiz a marca de 3,07,16. Velhos tempos.
Desde então, atraído pelo mesmo fascínio, fui voltando, voltando, voltando, e lá estarei pela 12ª vez.
Vai ser o meu entretenimento deste fim de semana.
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