Lenga-lenga para o meu amigo Zé Carlos
O que se segue só faz sentido depois de se ler o excelente texto do Zé Carlos Melo, sobre o último Trilhos do Sicó-Conímbriga, no blog dos Run4Fun.
Depois da conquista
Da Andaluzia
Está pronto p’ra outra
Ao sétimo dia.
Não estaria só
Pois ele sabia
Que lá p´lo Sicó
Mais de mil havia.
Faltava-lhe o jeito
-Era o que dizia-
P’ra correr em trilhos
Como gostaria:
Pisar pedras soltas
Enquanto descia,
E saltar os ramos
De árvores que via
Trepar, só a quatro
Melhor não fazia
E só compensava
P’las vistas que via.
P’ra descer correndo
Sem a garantia
Que um apoio mal feito
Um pé não partia.
Pensou que se optasse
P’los 21 que havia
Sobrava-lhe tempo
Não se fartaria.
Foi assim que fez
Conforme previa
E agora era esperar
Quem ainda corria
Mas ficar à espera
ele não sabia
Vai ao seu encontro
Fazer companhia
“Piscina a piscina”
Até se esquecia
Não dever andar
de barriga vazia.
Somava “piscinas”
Nem se apercebia
Que correra o dobro
Do que competia.
Começa a tropeçar
Tal como temia
Vem o coxear
Pára a correria.
Por fim a banhoca
Que o retemperaria
E o calmo sossego
Que ele já merecia.
E eis que no balneário
Quando se despia
O bom do Zé Carlos
No chão se estendia
É hipoglicémia
-O que se dizia-
Mas rapidamente
Ele acordaria.
Mas diz-me, agora, Zé Carlos
Que uma dúvida me atormenta
Se trinta e oito… era muito
Vais fazer mais de quarenta !!!???
Rufam tambores
Ran-pa-ta-plan
Vivó Zé Carlos
E os Run4Fun
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