25ª Maratona de Lisboa - A minha apreciação

À entrada do Estádio (foto da Carla Fonseca)

A carinha dele à chegada (foto AMMA -José Gaspar)

Gostei

Da feira. Espaçosa, com vários stands onde deu para estar à conversa com o pessoal que ia chegando e o tempo passou depressa. Havia massa para todos, pois essa terá sido a grande argolada da Organização em 2009, ao reservá-la apenas para os estrangeiros. Não sei como estava, pois infelizmente, este ano, não pude participar. Afixação das listagens em letra ampliada, que facilita a entrega dos dorsais.

Dos km bem marcados e bem visíveis, se bem que a ventania, andasse constantemente a derrubar as placas.

Do percurso. Melhor que em 2009, mas a Almirante Reis deixa mossa não só quando a percorremos, mas pela preocupação da “reserva” a que nos obriga durante os 37 Km que a antecedem. E depois, se quisermos partir e chegar do mesmo local, já se sabe que tudo o que descermos teremos de subir. Parece-me bem melhor do que dar duas voltas junto ao rio.


Agora, o que não gostei … ui ui.

Partida. Ora, tendo em conta que, no ano passado a partida foi de dentro do estádio (e este ano, no mapa do percurso divulgado, também seria) não se verificou o devido esclarecimento dos atletas, pelo que, à hora da partida, muitos atletas estavam dentro do estádio. Isso terá feito atrasar o tiro, talvez uns 2 minutos. Não é que isso seja importante, mas nada disso aconteceria, se houvesse uma voz a fazer esse comunicado. Então e uma aparelhagem sonora, com um apresentador e música para estimular os atletas? Nada. Foi uma partida muito triste e não pode ser esquecido que hoje, grande parte dos maratonistas, têm outras referências e…comparam. Nota muito negativa neste parâmetro.

Animação no percurso.  Talvez haja alguma razão para isso (o temporal?) mas a verdade é que nem um pífaro se ouviu ao longo dos 42km. O que se ouviu foram buzinões, mas isso já estamos habituados.

Controlo do percurso. A falta de marcação da linha ideal de corrida e a ausência de meios que obrigassem a fazer o trajecto com que foi feita a medição da prova (não havia baias nem fitas balizadoras) possibilitavam que os atletas arrepiassem caminho, encurtando a prova numas dezenas de metros. Fiz, várias vezes, figura de tolo, ao contornar o passeio quando, 10 ou 15 metros antes, quase todos tinham feito apenas um dos lados do “triângulo”

Chegada. Continuava a não haver uma voz a fazer uma apresentação do que se ia passando. Tiravam-nos o chip (calhou-me a Beatriz Cunha que, simpaticamente, me desapertou o atacador) mas os bancos para os atletas se sentarem eram poucos para a afluência de atletas que chegaram na altura em que eu cheguei.

Provas associadas. Sou crítico em relação a este ponto. Percebo a intenção, mas acho que não funciona. Para o público, ninguém percebe quem é que está a fazer a Maratona e quem é que está a fazer a Meia. Acho que isso é importante se quisermos mais público a ver as provas. Quem é que vai ver uma prova em que não entende o que se está a passar? E para os atletas da maratona, também não conseguem “adivinhar” se o que vai à sua frente, pertence a uma ou outra prova. A continuar a haver a Meia, sou mais a favor dela no início, com partida em zonas separadas. Quanto à estafeta, é uma prova gira, mas é também uma fonte de problemas, pois a logística do transporte dos atletas para e dos locais de transição, a julgar pelos comentários que ouvi, não foi assegurada, tendo os atletas sido obrigados a desenrascarem-se. Também se compreende que a Organização não tenha meios para um controlo eficaz da prova e, já se sabe, continua a haver quem não esteja “talhado” para o cumprimento das regras.

Resultados. Demoraram um bocadinho, mas eles aí estão.

Não gostei da minha prestação! ...Mas isso é cá comigo.

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